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terça-feira, 10 de maio de 2011
Por uma Outra Comunicação (Mídia, Mundilaização Cultural e Poder )
Sobre Edgar Morin.
Edgar Morin, nascido na frança e considerado uns dos principais filósofos de seu pais. Dedicado à educação, Morin acredita que o desgaste que vivemos nos dias de hoje deve-se muito a globalização que para ele, esse processo teve origem já no século XVI, principalmente com a expansão em massa do capitalismo e o avanço das potencias européias. Segundo o filosofo, a globalização é mais explicita no ano de 1990 e assim o planeta foi se transformando mais potencializado, com as novas tecnologias mundiais, seja ela na comunicação ou ate mesmo na informação, chamado por Morin, de mundialização tecnoeconômica.
A globalização na década de 1990, também favoreceu outra forma de mundilização, possibilitando a expansão da democracia e dos conceitos humanistas pelo planeta, que para Morin é o ultimo estagio total da ocupação do mundo, o domínio do homem, uma nova sociedade.
Para essa nova sociedade Morin, sugere que ela seja formada e dotada por um sistema de comunicação mais complexo, seguindo exemplos dos já existentes, como: aéreos, telefone e internet. Alem de um sistema de comunicação, propõe um sistema econômico mundial, que se encontra desregulamentada, ou seja, Morin propõe um mundo regulamentado, com uma cultura própria e influencias transculturais.
Assim asse processo transparece uma soberania das noções mais ricas, oprimindo e dificultando o processo de unificação planetária, para favorecer principalmente a população mundial. Assim Morin cita alguns movimentos civis, como por exemplo, a Anistia profissional; Greenpeace. Essas instituições foram criadas para garantir certa organização mundial, capaz de debater problemas que afligem a humanidade.
Podemos dizer que Morin reforça uma idéia de política mundial, sendo esse talvez seu pensamento mais polemico, uma idéia de sociedade-mundo. Morin adverte os problemas ideológicos entre as noções, e cita como principal dificuldade a idéia de resistência por parte dos países oprimidos.
O filosofo Frances destaca que a resistência desses povos oprimidos, são considerados como atos terroristas, ou seja camuflando um ato de terror e praticando uma repressão cega contra varias populações civis, nações ricas com interesses mutuo, o de posse e enriquecimento. Assim para diminuir a desigualdade e aumentar as ações políticas e humanitária, no intuito de diminuir a desigualdade cível em uma escala planetária, Morin, propõe o que ele chama de antropolítica.
Para isso Morin, inicia sua antropolítica desconstruindo o termo desenvolvimento, construído, principalmente por países ocidentais. Morin, descarrila os vagões do desenvolvimento. Esse desenvolvimento afirma Morin, disfarças algumas mudanças fundamentais, em um mito de esperança da humanidade.
O autor critica principalmente que o desenvolvimento, impõe por forças maiores alguns contextos como, por exemplo, o termo ecológico. Sendo que o desenvolvimento ocidental ignora toda e qualquer qualidade de vida do ser humano. O desenvolvimento expõe ao mundo toda uma serie de sofrimento, ignorando até mesmo os sentimentos mais profundos do individuo, considerando por si só aquilo que traz projetos ambiciosos de lucro e renda, deixando as barreiras livres para o capitalismo.
Morin então propõe ações humanitárias conjuntas, a substituição dos serviços militares para os serviços cívicos. Cita a importância de uma integração Oriente e Ocidente em prol, as melhorias, visando uma melhor qualidade de vida no planeta. Sugere a troca dos motores capitalistas, por um sistema de associações, cooperativas e traças de serviços entre as nações.
O autor acredita em um trabalho comunitário, um civismo amplo no planeta, que possibilitaria o desenvolvimento, a democratização das pátrias. Morin também cita que a própria humanidade é um obstáculo, ou seja, a imaturidade ideológica é percebida. A falta de consciência estão implantadas nas nações, dando prioridade a contextos particulares e ideológicos, visando aspectos étnicos, religiosos e nacionalistas.
Esses contextos citados acima demonstra os atos individualistas das nações, principalmente das acidentais, que visam o comunitarismo favorecendo principalmente a incompreensão humana. Dessa forma Morin, cita o civismo planetário alertando para os perigos existentes, a formação de uma nação – império, extraindo todos os valores possíveis de uma sociedade deixando de lado a humanidade, valorizando as instituições que continuamente assumira suas características de dominação exploradora.
Assim percebemos que estamos entre dois dilemas, e entre a humanidade e a dominação exploradora, convivemos diante do progresso tecnocientifico. A tecnologia para humanidade pode ser emancipado, tanto para fazer o bem, ou até mesmo para concretizar o mal. O certo mesmo é que precisamos de projetos para renovar nossas ações, usufruí-las com sabedoria, e englobar a tecnologia com sabedoria nos agentes educacionais, uma reforma radical no sistema de ensino traria a humanidade, princípios de esperança.
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